Das grandes e pequenas belezas

Lembro-me de uma conversa que tive com meu filho, não faz muito tempo, que iniciou com a afirmação dele sobre não querer ter um instagram porque não teria fotos bonitas para postar.
E antes mesmo que eu começasse a falar, ele pegou o celular e me mostrou alguns perfis que seguia:  profissionais, como National Geografic, ou gente comum, como eu, você, morando na Indonésia ou na Polinésia Francesa.
Comparar a rua que moramos, com uma geografia tão diferente, é no mínimo cruel conosco.
Aqui no nosso bairro, não temos a beleza de uma praia, de uma cidade exótica lá da Indonésia, Nepal.
E se nos aprisionarmos nestas comparações, deixamos de procurar e enxergar belezas que, mesmo que discretas, estão à espera do nosso olhar.
De vez em quando saímos em busca de encontrar o que temos, o que está próximo.
Tenha certeza: sempre é possível encontrar!
Por perto, ou quando pudermos alçar voo para terras distantes, olhar com gratidão para as pequenas coisas ou grandes paisagens é o segredo para que o menosprezo não amargue nosso interior e encubra nosso olhar.









Comentários

  1. Q@ue interessante o tema dessa conversa com o teu filho... Tomara tenha se dado conta que não cabem as comparações e sim, saber ver tudo de tão belo que pode ter perto de nós.... Lindo post! bjs, chica pra ti e pra ele!

    Ops, ia esquecendo de dizer que tuas fotos estão maravilhosas!

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  2. Oi, Ana. Muito interessante essa sua reflexão, porque acredito que muita gente hoje viva essa situação: não poder mostrar o que os outros mostram e não conseguir enxergar a beleza no que está em volta. E às vezes só precisamos enxergar mesmo... Bjs

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  3. Quanta sensibilidade nessas fotografias

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